Arquivo

Textos de Imprensa e Rádio, publicações dispersas.

Imprensa

Alguns textos publicados na Imprensa desde os anos 80 do século XX | Em actualização permanente

Arquivo possível de textos publicados na Imprensa.
Está em curso a digitalização de publicações mais antigas, que serão disponibilizadas à medida das possibilidades.

   

Rádio

Selecção de textos e outros trabalhos para a Rádio

Alguns trabalhos realizados para a Rádio: Crónicas de Escárnio e Maldizer na TSF, Crónicas do Rádio Clube de Sintra, programas e rubricas da Antena 1 (a disponibilizar brevemente).

  

Apresentações e prefácios

Opiniões próprias sobre obras alheias

Selecção de textos introdutórios e participações diversas sobre trabalhos e vidas de amigos-artistas: António Ferra, Carlos Paredes, Cristina Branco, Daniel Abrunheiro, Fernando Relvas, Geraldo Alves, Helena Oliveira, João Videira Santos, José Afonso, José Medeiros, José Xavier Ezequiel, Júlio Pinto e Nuno Saraiva, Luísa Amaro, Mário Mata, Nina Govedarica, Nuno Gomes dos Santos, Vieira da Silva et al.

As palavras das canções

Letras avulsas

Algumas canções feitas em parceria desde os anos 80 do século XX (em organização)

Outros textos

Escritas dispersas

Selecção de ficções e outras escritas dispersas por jornais, folhetos, publicações irregulares e internet.
(em actualização)

 

Mais sugestões de leitura

  • Ler, ouvir e contar Open or Close

    De todos os registos discográficos editados este ano em Portugal, poucos terão suscitado tão grande expectativa como «A Ópera Mágica do Cantor Maldito». Desde logo pelos nove anos que o separam do anterior disco de originais de Fausto, «Crónicas da Terra Ardente», mas também pelo sigilo que rodeou a sua preparação. Na verdade, só mesmo os amigos mais próximos do compositor sabiam há muito que havia um novo trabalho na forja, mas mesmo entre estes poucos saberiam do que realmente se tratava.

    Jornal de Letras | 24.Dez.2003

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  • Memórias de Santa Engrácia Open or Close
    De todos os templos portugueses nenhum demorou tanto tempo a construir como o de Santa Engrácia – hoje Panteão Nacional – no coração da Lisboa antiga, que Ramalho Ortigão considerou «o mais belo dos nossos monumentos do século XVII». A sua história está intimamente ligada às crenças populares nascidas após o célebre «desacato de Santa Engrácia», em 1630, e constituiu o fulcro das atenções do «passeio de domingo» que o Centro Nacional de Cultura ontem realizou.
    O Diário | 25.Mai.1981
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  • O fumo e o fogo Open or Close

    Acabo de ler esta história, e apetece-me acender um cigarro. Não é politicamente correcto dizê-lo, e menos ainda fazê-lo: o higienismo e a lei, ou vice-versa, dizem que fumar mata. Claro que a vida também mata, e em meio século de existência ainda não conheci ninguém que lhe conseguisse sobreviver. Mas isso não é preocupação dos legisladores, empenhados que estão em conseguir que morramos todos cheios de saúde.
    Pouco importa. Este aparente desacerto da prosa vem a propósito de mais uma ficção que Nuno Gomes dos Santos agora dá a conhecer em forma de livro.

    Prefácio a Reserva de Fumo, de Nuno Gomes dos Santos | 2009

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  • As razões profundas Open or Close

    0 triunfo da revolução cubana e a chegada apoteótica de Fidel Castro ao poder marcaram a viragem maior do destino da ilha, e tornaram-se símbolos da utopia mais apaixonada da segunda metade do século XX.
    Nesses dias, Havana foi uma festa.

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