Arquivo

Textos de Imprensa e Rádio, publicações dispersas.

Imprensa

Alguns textos publicados na Imprensa desde os anos 80 do século XX | Em actualização permanente

Arquivo possível de textos publicados na Imprensa.
Está em curso a digitalização de publicações mais antigas, que serão disponibilizadas à medida das possibilidades.

   

Rádio

Selecção de textos e outros trabalhos para a Rádio

Alguns trabalhos realizados para a Rádio: Crónicas de Escárnio e Maldizer na TSF, Crónicas do Rádio Clube de Sintra, programas e rubricas da Antena 1 (a disponibilizar brevemente).

  

Apresentações e prefácios

Opiniões próprias sobre obras alheias

Selecção de textos introdutórios e participações diversas sobre trabalhos e vidas de amigos-artistas: António Ferra, Carlos Paredes, Cristina Branco, Daniel Abrunheiro, Fernando Relvas, Geraldo Alves, Helena Oliveira, João Videira Santos, José Afonso, José Medeiros, José Xavier Ezequiel, Júlio Pinto e Nuno Saraiva, Luísa Amaro, Mário Mata, Nina Govedarica, Nuno Gomes dos Santos, Vieira da Silva et al.

As palavras das canções

Letras avulsas

Algumas canções feitas em parceria desde os anos 80 do século XX (em organização)

Outros textos

Escritas dispersas

Selecção de ficções e outras escritas dispersas por jornais, folhetos, publicações irregulares e internet.
(em actualização)

 

Mais sugestões de leitura

  • Filhos da pide Open or Close
    Que em Portugal se passam coisas estranhas, difíceis de entender por qualquer cidadão de inteligência média, não é novidade para ninguém.
    Mesmo assim, de vez em quando não consigo deixar de me surpreender com alguns dos insondáveis desígnios com que a Divina Providência ou alguém por ela nos brindou.
    Só no curto espaço de um século tivémos, entre outras curiosidades, um milagre de Fátima, um ditador que criava galinhas no quintal, um primeiro ministro que não lia jornais e até um Alberto João para quem a Madeira mais do que um jardim, é uma autêntica coutada.
    TSF | 18.Fev.1998
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  • Portugal dos pequeninos Open or Close

    No dia em que morreu Óscar Lopes (...) na «mensagem de pesar» enviada à família do filólogo e mestre maior da língua pátria, o dr. Cavaco Silva refere-se-lhe como «historiador», relegando para segundo plano a sua obra maior como linguista, professor e crítico literário. Compreende-se: Óscar Lopes foi autor, com António José Saraiva, da mais importante História da Literatura Portuguesa. Cavaco, com o seu saber wikipédico de leitor de badanas, limitou-se a somar dois mais dois.

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  • O tempo, à esquina Open or Close

    O que vão ler é obra de um poeta que tem um percurso singular: nascido e criado em Lisboa passou pelas mais importantes tertúlias artísticas dos anos 60 e 70, escreveu canções, pintou quadros, viveu e deu corpo a muitas lutas ao longo das últimas décadas. Ainda assim, leva mais de trinta anos que não se faz publicar em livro, sem que para tal haja explicação coerente. Aconteceu, é a vida. E a vida de João Videira Santos já leva muito que contar: da poesia, claro está, mas também dos encontros, dos empenhamentos, das viagens.

    Prefácio a Esquinas do Tempo, de João Videira Santos | 2005

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  • A solução para a crise Open or Close

    Para começo de ano mau, isto está bom. Em poucas semanas, o desgoverno dos comissários da troica conseguiu provar aos mais descrentes que não há mesmo limites para a criatividade. Se lhes desse para o bem, Portugal seria fantástico.

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