Arquivo

Textos de Imprensa e Rádio, publicações dispersas.

Imprensa

Alguns textos publicados na Imprensa desde os anos 80 do século XX | Em actualização permanente

Arquivo possível de textos publicados na Imprensa.
Está em curso a digitalização de publicações mais antigas, que serão disponibilizadas à medida das possibilidades.

   

Rádio

Selecção de textos e outros trabalhos para a Rádio

Alguns trabalhos realizados para a Rádio: Crónicas de Escárnio e Maldizer na TSF, Crónicas do Rádio Clube de Sintra, programas e rubricas da Antena 1 (a disponibilizar brevemente).

  

Apresentações e prefácios

Opiniões próprias sobre obras alheias

Selecção de textos introdutórios e participações diversas sobre trabalhos e vidas de amigos-artistas: António Ferra, Carlos Paredes, Cristina Branco, Daniel Abrunheiro, Fernando Relvas, Geraldo Alves, Helena Oliveira, João Videira Santos, José Afonso, José Medeiros, José Xavier Ezequiel, Júlio Pinto e Nuno Saraiva, Luísa Amaro, Mário Mata, Nina Govedarica, Nuno Gomes dos Santos, Vieira da Silva et al.

As palavras das canções

Letras avulsas

Algumas canções feitas em parceria desde os anos 80 do século XX (em organização)

Outros textos

Escritas dispersas

Selecção de ficções e outras escritas dispersas por jornais, folhetos, publicações irregulares e internet.
(em actualização)

 

Mais sugestões de leitura

  • Portugal dos pequeninos Open or Close

    No dia em que morreu Óscar Lopes (...) na «mensagem de pesar» enviada à família do filólogo e mestre maior da língua pátria, o dr. Cavaco Silva refere-se-lhe como «historiador», relegando para segundo plano a sua obra maior como linguista, professor e crítico literário. Compreende-se: Óscar Lopes foi autor, com António José Saraiva, da mais importante História da Literatura Portuguesa. Cavaco, com o seu saber wikipédico de leitor de badanas, limitou-se a somar dois mais dois.

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  • Silêncio, que vai falar um homem Open or Close

    Venho duma época em que Portugal era, dizia-se, dominado por três éfes: Fátima, o futebol e o fado. Trinta anos passados sobre a manhã de todas as esperanças, a diferença é que o futebol se transformou numa nova religião, cujos deuses, mitos e interesses coabitam tranquilamente com os de Fátima. Ao fado, muitos querem que reste não mais que a função puramente recreativa. Não é esse, nunca foi, o caso de Carlos do Carmo, e por isso a sua música, sendo fado, é também uma música do mundo. E sendo universal, continua genuína e generosamente lusitana.

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  • Cabeças raladas Open or Close

    Skinhead. Para a generalidade dos cidadãos, a palavra tem de imediato conotações malditas: cruzes suásticas, violência organizada, ideais fascistas. Falar de skins leva invariavelmente a falar de racismo e de morte. A palavra aos próprios: «Na realidade, os skins nazis são uma minoria no conjunto dos 'carecas' europeus. O que acontece é que eles, de cada vez que aparecem, dão nas vistas o suficiente para que, sempre que se fala em skins, as pessoas pensarem que os únicos que existem são eles.» Não são, como se pode ler aqui.

    O Independente | 16.Abr.1999

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  • Pizza hurt Open or Close

    Afinal, a tão comentada publicidade do ex-líder soviético às pizzas norte-americanas tem também uma versão televisiva, revelando-nos desconhecidas capacidades cinematográficas de Gorbatchov (...) Vários cidadãos russos foram também chamados a dizer de sua justiça a propósito do referido anúncio e da actuação do seu ex-presidente. As opiniões eram muitas e divergentes, mas ficou-me sobretudo a daquela jovem que dizia acreditar que, da próxima vez, Gorbatchov deveria dedicar o seu talento publicitário a uma qualquer marca de pensos higiénicos.

    TSF | 31.Dez.1997

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