Arquivo

Textos de Imprensa e Rádio, publicações dispersas.

Imprensa

Alguns textos publicados na Imprensa desde os anos 80 do século XX | Em actualização permanente

Arquivo possível de textos publicados na Imprensa.
Está em curso a digitalização de publicações mais antigas, que serão disponibilizadas à medida das possibilidades.

   

Rádio

Selecção de textos e outros trabalhos para a Rádio

Alguns trabalhos realizados para a Rádio: Crónicas de Escárnio e Maldizer na TSF, Crónicas do Rádio Clube de Sintra, programas e rubricas da Antena 1 (a disponibilizar brevemente).

  

Apresentações e prefácios

Opiniões próprias sobre obras alheias

Selecção de textos introdutórios e participações diversas sobre trabalhos e vidas de amigos-artistas: António Ferra, Carlos Paredes, Cristina Branco, Daniel Abrunheiro, Fernando Relvas, Geraldo Alves, Helena Oliveira, João Videira Santos, José Afonso, José Medeiros, José Xavier Ezequiel, Júlio Pinto e Nuno Saraiva, Luísa Amaro, Mário Mata, Nina Govedarica, Nuno Gomes dos Santos, Vieira da Silva et al.

As palavras das canções

Letras avulsas

Algumas canções feitas em parceria desde os anos 80 do século XX (em organização)

Outros textos

Escritas dispersas

Selecção de ficções e outras escritas dispersas por jornais, folhetos, publicações irregulares e internet.
(em actualização)

 

Mais sugestões de leitura

  • A democracia do baralho Open or Close

    Vivemos, ao que consta, num país democrático. Sui generis, sem dúvida, mas democrático. Mais do que isso: pluralista e cristão, como mandam as regras da convivência ocidental.
    É claro que a revolução foi p'ró galheiro, graças à «originalidade». É claro que os pides, os bombistas e os ministros de Salazar se encontram em liberdade enquanto um punhado de antifascistas morre aos poucos nas prisões. É claro que a polícia de choque bate (para nos livrar da subversão), o Governo prepara leis pré-históricas (para defender a instituição) e o povo tem fome (para manter a tradição). Mas a essência da pátria mantém-se democrática, encantadora, bem portuguesa.

    O Jornal | 2.Jul.1982
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  • A certeza das dúvidas Open or Close

    «Ter sempre a certeza das dúvidas / por via das dúvidas saber o que achar», diz o Sérgio numa das muitas canções definitivas que já escreveu. Esse é provavelmente o mais acertado resumo da obra dele e a razão porque tantas vezes nela nos revemos e encontramos: esta inquietação tranquila de quem não desiste de querer saber hoje um pouco mais do que sabia ontem, consciente de que isso é ainda assim menos do que saberá amanhã.

    Catálogo da exposição Sérgio Godinho - Escritor de Canções | 2017

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  • Memórias de Santa Engrácia Open or Close
    De todos os templos portugueses nenhum demorou tanto tempo a construir como o de Santa Engrácia – hoje Panteão Nacional – no coração da Lisboa antiga, que Ramalho Ortigão considerou «o mais belo dos nossos monumentos do século XVII». A sua história está intimamente ligada às crenças populares nascidas após o célebre «desacato de Santa Engrácia», em 1630, e constituiu o fulcro das atenções do «passeio de domingo» que o Centro Nacional de Cultura ontem realizou.
    O Diário | 25.Mai.1981
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  • O homem que aprendeu a voar Open or Close

    Um dos sítios mais bonitos do meu mundo fica nas Astúrias, numa aldeia de Villaviciosa, a norte da Cordilheira Cantárbica, aonde se chega atravessando longos quilómetros de túneis e de névoa. Perdida entre as montanhas e o mar, que não se vê dali mas está perto, Labares é um pedaço escondido do paraíso, deixado intacto pelo Criador para lembrar aos homens que é possível viver em harmonia. (...) Estamos com José Luis Posada, cubano nascido nas Astúrias, lutador lendário, pintor em plena actividade e homem de muitas memórias que reencontrei em Labares. Foi aqui, numa antiga escola primária, com vista para uma paisagem de montes e de silêncios, que Posada construiu o seu lugar de recolhimento do mundo, após 70 anos de andanças e de sonhos. Em Labares guarda as suas lembranças originais, sem rancor mas com nitidez. Muita da sua pintura regista as imagens e as sombras da guerra civil, metade da aldeia fuzilada pelas tropas franquistas

    Tempo Livre | Maio 2002

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