Arquivo

Textos de Imprensa e Rádio, publicações dispersas.

Imprensa

Alguns textos publicados na Imprensa desde os anos 80 do século XX | Em actualização permanente

Arquivo possível de textos publicados na Imprensa.
Está em curso a digitalização de publicações mais antigas, que serão disponibilizadas à medida das possibilidades.

   

Rádio

Selecção de textos e outros trabalhos para a Rádio

Alguns trabalhos realizados para a Rádio: Crónicas de Escárnio e Maldizer na TSF, Crónicas do Rádio Clube de Sintra, programas e rubricas da Antena 1 (a disponibilizar brevemente).

  

Apresentações e prefácios

Opiniões próprias sobre obras alheias

Selecção de textos introdutórios e participações diversas sobre trabalhos e vidas de amigos-artistas: António Ferra, Carlos Paredes, Cristina Branco, Daniel Abrunheiro, Fernando Relvas, Geraldo Alves, Helena Oliveira, João Videira Santos, José Afonso, José Medeiros, José Xavier Ezequiel, Júlio Pinto e Nuno Saraiva, Luísa Amaro, Mário Mata, Nina Govedarica, Nuno Gomes dos Santos, Vieira da Silva et al.

As palavras das canções

Letras avulsas

Algumas canções feitas em parceria desde os anos 80 do século XX (em organização)

Outros textos

Escritas dispersas

Selecção de ficções e outras escritas dispersas por jornais, folhetos, publicações irregulares e internet.
(em actualização)

 

Mais sugestões de leitura

  • Cantigas de antes e depois de Abril Open or Close

    «Grândola, vila morena / Terra da fraternidade / O povo é quem mais ordena / Dentro de ti, ó cidade...» Vinte minutos passados sobre a meia-noite, os versos iniciais da canção de José Afonso fizeram-se ouvir por todo o país. Através do programa Limite, a Rádio Renascença entrava para a história como a estação de rádio que transmitia a confirmação para a saída dos quartéis dos militares que se preparavam para derrubar a mais velha ditadura da Europa. Era o princípio do fim de 48 anos de um regime político obtuso, nascido entre gritos e lágrimas, mas destinado a terminar no meio de uma grande festa.

    Introdução a E Depois do Adeus, antologia de canções | 2007

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  • Vasco Gonçalves Open or Close

    Entre 18 de Junho de 1974 e 12 de Setembro de 1975, foi o Primeiro-Ministro de Portugal, e esse foi o tempo mais gratificante da sua vida. Aos 452 dias iluminados que então viveu, mais de dez mil horas quase todas vividas de olhos abertos, juntem-se-lhe todos os outros e as noites e as madrugadas acesas que fizeram o ano e meio da Revolução. (...) Vasco, o Companheiro Vasco, foi o único ocupante do Palácio de São Bento a quem o povo concedeu o gosto de tratar pelo nome próprio. Os adversários e os inimigos vingaram-se, inventando o gonçalvismo – tentanto resumir num homem aquilo que para eles era a fonte de todos os medos, mas que mal ou bem nascia dos mais puros anseios de um povo que, pela primeira vez na história recente, tinha como chefe do Governo um homem que o escutava e, mais importante, o compreendia.

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  • O velho e o mar Open or Close

    Até me fica mal dizer isto, mas confesso que, de quando em quando, chego a ter pena do professor Cavaco. O vetusto presidente passa a maior parte do tempo mudo e quedo, decerto em reflexão, tão profunda quando inócua, sobre o mundo e o país que ajudou a criar. E é um deus-nos-acuda: que ele não diz nada quando deve dizer; que só fala a propósito de minudências como o estatuto dos Açores ou a vulnerabilidade do correio electrónico; ou ainda que, tal como a polícia e os maridos enganados, o presidente só aparece quando não é preciso.

    Jornal do Fundão | 13.Dez.2012

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  • Glossário básico skin Open or Close

    Como todas as tribos, como todas as culturas, o universo skinhead possui uma linguagem própria, nem sempre imediatamente compreensível pelos cidadãos comuns. Foi na Grã-Bretanha que tudo começou. Em Londres, Liverpool, Birmingham, Newcastle. E em Glasgow, na longínqua Escócia, onde no final dos anos 60 a havia a maior concentração de mods (antepassados próximos dos skins), reputados pela violência e pela sua organização em gangs. Daí que a boa parte do léxico skin seja derivado do inglês.

    O Independente | 16.Abr.1999

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