Músicas da casa

As palavras e os sons de algumas canções escritas em parceria desde os anos 80 do século XX | Selecção muito incompleta | Em organização

Outro Fado

+  Outro Fado

Canção incluída em «Tardio», primeiro álbum a solo de Ricardo Fino, 2014.
Participação vocal de Ana Laíns
Arranjos e produção de Quiné Teles

+ Outro Fado

Sabor de Mar

+  Sabor de Mar

Canção participante no XXXV Festival Internacional da Canção de Viña del Mar (Chile), 1994.
Música de Eduardo Paes Mamede, voz de António Leal. Maquete original e versão ao vivo.

+ Sabor de Mar

Terra à Vista

+  Terra à Vista

lugar no II Festival da Canção dos Países da CEE (Salónica, Grécia), 1992.
Música de Eduardo Paes Mamede, voz de Paula Fonseca. Maquete original e videoclip.

+ Terra à Vista

Até Amanhã

+  Até Amanhã

Lado B do single de estreia de Argentina Rocha, «Não Me Digas o Que Sei». Música, arranjo e direcção musical de Eduardo Paes Mamede, voz de Argentina Rocha. Edição Sassetti, 1983.

+ Até Amanhã

Mais sugestões de leitura

  • Onde é que está o 25 de Abril? Open or Close

    Desde já confesso: sou culpado. Culpado de ter vivido intensamente o 25 de Abril e os dias levantados que se seguiram. Estava em Ílhavo, quando tudo começou, mas ninguém é perfeito. Era jovem e pensava. Éramos imortais, e não queríamos perder tempo. Queríamos o mundo, e tínhamos o mundo. Em ano e meio, fizemos de um país tristonho uma pátria onde valia a pena sonhar. E sonhámos, e vivemos horas que ninguém nos tira. Depois, a vida real impôs-se e mostrou-nos que há um preço para tudo, até para os sonhos. Pagámos por isso, e muitos de nós continuam a pagar. E, afinal, qual é o preço da nossa culpa? Quisemos ser felizes. E isso é crime?

    Ler Mais
  • À flor das cidades Open or Close

    Viriato escreve como se estivesse de partida para mais um combate que vai perder. Como se interminavelmente esperasse a amada num bar da Havana velha sabendo que a amada não vai empurrar os batentes. Viriato sabe que a revolução é um lírio da Mesopotâmia. Na interminável espera, Viriato escreve, talvez em toalhas de papel. Mas não desespera.

    Ler Mais
  • Os olhos da nossa infância Open or Close

    A nossa terra é o lugar onde nascemos, mas é também muitos outros: são os lugares onde vivemos, onde sofremos, onde amamos, onde somos felizes ou infelizes. Por isso, eu, que sou de Ílhavo, sou também de Lisboa, e do Porto, e de Havana, e de todas as cidades onde estive e que me deixaram marcas nos olhos, no corpo e na alma. O Zé António fez outros percursos, igualmente distantes. E manteve-se em certa medida mais ilhavense do que eu. Mas, no que aos caminhos da memória diz respeito, creio que as nossas histórias, embora diferentes no tempo, estão muito próximas no espaço. E muito daquilo que se passava na Rua Suspensa dos Olhos do Ábio de Lápara, passava-se de modo semelhante na Rua da Capela da minha infância. 

    Apresentação de A Rua Suspensa dos Olhos, de Ábio de Lápara | 2015

    Ler Mais
  • O fado das águias Open or Close

    O Benfica está em crise e o país real acompanha, ansioso, as angústias, as dúvidas e o sofrimento das águias da Luz. Vão longe os dias em que «ser benfiquista era ter na alma a chama imensa», como cantava o incomparável Luís Piçarra. Mas isso era no tempo em que quem não era do Benfica, não era bom chefe de família. Agora, com a instituição familiar em notório declínio, como poderia o Benfica navegar noutras águas que não as do desencanto?

    TSF | 15.Out.1997

    Ler Mais