Músicas da casa

As palavras e os sons de algumas canções escritas em parceria desde os anos 80 do século XX | Selecção muito incompleta | Em organização

Outro Fado

+  Outro Fado

Canção incluída em «Tardio», primeiro álbum a solo de Ricardo Fino, 2014.
Participação vocal de Ana Laíns
Arranjos e produção de Quiné Teles

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Sabor de Mar

+  Sabor de Mar

Canção participante no XXXV Festival Internacional da Canção de Viña del Mar (Chile), 1994.
Música de Eduardo Paes Mamede, voz de António Leal. Maquete original e versão ao vivo.

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Terra à Vista

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lugar no II Festival da Canção dos Países da CEE (Salónica, Grécia), 1992.
Música de Eduardo Paes Mamede, voz de Paula Fonseca. Maquete original e videoclip.

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Até Amanhã

+  Até Amanhã

Lado B do single de estreia de Argentina Rocha, «Não Me Digas o Que Sei». Música, arranjo e direcção musical de Eduardo Paes Mamede, voz de Argentina Rocha. Edição Sassetti, 1983.

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Mais sugestões de leitura

  • Um marginal da política Open or Close

    «Há sempre uma nova ‘guerra’ que está para chegar, e essa é sempre melhor do que a anterior. Sempre relativa, nunca deixará de o ser, por muito empenhado que eu esteja nela, por muitas noites que perca. E depois, se não resulta, normalmente sou capaz de ver o que falhou na minha actuação. Na acção política não há fórmulas mágicas, aprende-se passo a passo.»
    Carlos Antunes. Segredos e outras histórias de um guerrilheiro urbano.

    O Jornal Ilustrado | 19.Out.1990
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  • Há ratos na exposição Open or Close

    O desvio de cerca de um milhão de contos dos cofres da Exposição Mundial de Lisboa é a prova definitiva de que o portuga médio não dá ponto sem nó e aproveita todas as oportunidades para sacar algum. Depois das Descobertas, de Macau e dos fundos europeus, chegou a vez de a Expo 98 dar de comer a mais uns quantos tubarões. Que nem sequer vivem no Oceanário.

    Grande Amadora | 21.Ago.1998

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  • Francisco Louçã Open or Close

    Os amigos gabam-lhe a afabilidade, o sentido de humor, a clareza do discurso, a boa educação. Os adversários vêem nele um político frio e calculista. Mas todos lhe reconhecem a inteligência superior, a competência política, a combatividade. É o único dirigente político a quem os correlegionários tratam pelo diminutivo: o Chico, o camarada que dirige sem precisar de ser secretário-geral ou presidente. Um entre iguais, porém diferente de todos os outros. (...) Há 30 anos, acreditava que o mundo podia mudar num instante. Hoje, sabe que o mundo muda a cada instante. E tenta fazer a sua parte.

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  • A que distância está o Zeca? Open or Close

    Mais uma vez, a luz. Mas aqui, desta vez, sem misticismo. Para o Viriato tratou-se só de erguer a lâmpada sobre as extraordinárias funções do Zeca, e nisso encontrar quem nós temos saudades de ser. De facto, não somos ainda uma nação de biografados. Às vezes é um bem; mas muitas outras é pena. Porque parte da riqueza do objecto biográfico é a sua simples dimensão romanesca. É certamente o caso do Zeca, material ficcional por excelência, porque uma vida singular, e a obra que lhe veio compor o caos, é certamente matéria-de-ouro para um livro que nunca-jamais em Portugal se escreverá.

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