Músicas da casa

As palavras e os sons de algumas canções escritas em parceria desde os anos 80 do século XX | Selecção muito incompleta | Em organização

Outro Fado

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Canção incluída em «Tardio», primeiro álbum a solo de Ricardo Fino, 2014.
Participação vocal de Ana Laíns
Arranjos e produção de Quiné Teles

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Sabor de Mar

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Canção participante no XXXV Festival Internacional da Canção de Viña del Mar (Chile), 1994.
Música de Eduardo Paes Mamede, voz de António Leal. Maquete original e versão ao vivo.

+ Sabor de Mar

Terra à Vista

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lugar no II Festival da Canção dos Países da CEE (Salónica, Grécia), 1992.
Música de Eduardo Paes Mamede, voz de Paula Fonseca. Maquete original e videoclip.

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Até Amanhã

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Lado B do single de estreia de Argentina Rocha, «Não Me Digas o Que Sei». Música, arranjo e direcção musical de Eduardo Paes Mamede, voz de Argentina Rocha. Edição Sassetti, 1983.

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Mais sugestões de leitura

  • Vaticano, SA Open or Close

    A Pepsi e a Mercedes são duas das 23 empresas que custearam a mais recente viagem do Papa ao continente americano. Não tanto por fé em Deus, mas no Mercado, omnipresente como Ele. A notícia surgiu timidamente, diluída nos relatos da mais recente visita papal ao México, com passagem pelos EUA, como se os redactores e os editores dos diversos órgãos de comunicação não levassem muito a sério o facto em si e decidissem reduzi­-lo a um simples pormenor. E, no entanto, este pormenor é que é verdadeiramente a notícia da visita de Karol Woytila ao México. Uma visita que (ficámos a sabê-lo pela Antena 1 e pelo Diário de Notícias, dos poucos que ousaram dar conta do sucedido) contou com "o patrocínio da Pepsi Cola, da Mercedes e de mais 23 empresas privadas". Assim mesmo.

    Grande Amadora | 28.Jan.1999

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  • O meu amigo Fausto Open or Close

    Não é o Elvis Presley nem o Tommy Steel, já teve um cão que voava por impulso mictório, e agora dá guarida a Sócrates, um papagaio filósofo carregado de dúvidas metódicas e muito mais sabedoria do que a generalidade dos cronistas políticos e sociais. Chama-se Fausto Bordalo Dias e é um nome de referência (hoje diz-se incontornável, mas eu sou de outra escola) da música popular portuguesa.

    A Capital | 27.Mai.2005

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  • Sexto andamento: do medo Open or Close

    – Qual foi o teu pior momento em cima de um palco?

    – Foi em Vilar de Mouros, no segundo Festival de Vilar de Mouros. É uma história engraçada. (...) Quando cheguei ao palco... Só te digo que dificilmente a minha família terá sido mais insultada em toda a minha vida do que naquela noite! Mãe, pai, filhos – tudo o que era família minha foi insultada! Já para não falar dos insultos directos, mandarem-me com objectos estranhos... (...) Então passou-me uma coisa pela cabeça, olhei para os meus músicos e disse: «Vamos cantar uma canção, vamos cantar a Pedra Filosofal, vamos fazer aqui uma inversão.» Comecei a cantar, fez-se um silêncio enorme, calaram-se completamente, trautearam o final comigo e aplaudiram freneticamente. Aí, cheguei ao microfone e disse: «Vão bardamerda!». E fui-me embora.

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  • Sentido de estrado Open or Close
    A modorra estival foi subitamente agitada, dias atrás, pelas declarações de Zita Seabra no programa do estulto Mário Crespo. Segundo a ex-deputada, o PCP utilizou a debelada Fábrica Nacional de Ar Condicionado como fachada para tenebrosas missões de espionagem, levadas a cabo em conluio com caliginosos agentes da STASI durante a Guerra-Fria.
    Jornal do Fundão | 16.Ago.2012
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