Comentários antigos

Registo de comentários publicados por amigos e visitantes durante a primeira vida deste saite.
Testemunhos de uma fase passada (entre 2002 e 2006) e frequentemente circunstanciais, a eles se deve, porém, muito do crescimento e da maturação deste espaço. Obrigado a todos/as.

2002

Manuel Freire

Acho que já mereces mais de 5 estrelas" Mas o que merece toda uma constelação, e das grandes, é o teu prefácio ao livro do Vieira da Silva; que belo texto!!
O resto, irei lendo.
Um abraço deste "avoador".
Manel

13.Dez.2002
 
V. Bandarra

Ó meu grande sacana! Bonito site, meu!
É só para dizer que o PP quer apresentar uma proposta de lei para legalizar a pedofilia na Casa Pia de Lisboa.
Tudo com base em que é uma tradição com mais de 50 anos... e já temos os bois de Barrancos...

6.Dez.2002
 
Moema

Viriato, amei o site. Acho super válido nos tempos que correm, já ninguém tem saco para ir consultar os velhos arquivos e saber o que pensamos há vinte anos atrás.

6.Dez.2002
 
Júlio César

Porra, pá! Estive com o Mário Alberto. Combinei um jantar com Cartuxa. Não dizes nada nem apareces. Sinto-me órfão de Viriato / o tal de Viseu. De ti sou irmão, por agora. Se não responderes sou re-órfão / ou orfeão! Juliocesar

31.Out.2002
 
Luís Garcia - Évora

"Os ratos invadiram a cidade povoaram as casas os ratos roeram o coração das gentes. Cada homem traz um rato na alma. Na rua os ratos roeram a vida. É proibido não ser rato.
Canto na toca. E sou um homem. Os ratos não tiveram tempo de roer-me os ratos não podem roer um homem que grita não aos ratos. Encho a toca de sol. (Cá fora os ratos roeram o sol). Encho a toca de luar. (Cá fora os ratos roeram a lua). Encho a toca de amor. (Cá fora os ratos roeram o amor).
Na toca que já foi dos ratos cantam os homens que não chiam. E cantando a toca enche-se de sol. (O pouco sol que os ratos não roeram)."
Companheiro, permite-me usar as palavras do Manuel Alegre para te dizer que me senti na "toca que já foi dos ratos", vou voltar sempre que a cinza dos dias que passam se torne numa necessidade absoluta do teu sol. Um grande abraço, Viriato, e aparece, já tenho casa em Évora e esta é bué da grande.

24.Out.2002
 
Eduardo Nascimento - Amadora

Viriatão! Pois é!
As voltas que o mundo tecnológico dá. Pega-se na "net" que ainda é "bisnet", olha-se para os quadrados da alma, procura-se num aceno solitário o teclar de olhar ao longe. Vêm as memórias da ardósia e mais longe, dos sinais de fumo com mantas coloridas a acenar sobre as montanhas -encontros com o pó dos caminhos a deixar marcas no tempo e na memória.
As rugas que os poetas imprimem de vez em quando!
Pouco a pouco o calo do dedo vai passando para as pontas. Pontas de corações como a tocar sobre a mesa a ausência do espaço que se vai perdendo e encontrando.
Mas o "tempo é composto de mudança, e mudam os tempos e as vontades"... Ainda bem que é possível comunicar numa nova mudança mas sempre com aquela respiração de abraço bom de amizade...
Que vivam os poetas, uma das únicas fontes que sustém e sacia este planeta.
Um abraço

16.Ago.2002
 
MCosta

Ainda estou pasmo a tentar perceber como navegar no seu estabelecimento, (ainda vai levar tempo para descobri-lo todo), mas obrigado pela preciosíssima (e utilíssima) bibliografia que distribuiu para o site at-tambur. (miam)
Obrigado, já cá volto!
(as cervejas, ponha na conta habitual) :-)

11.Ago.2002
 
Manoli

Visitei-te e gostei. Muito!
Continuo a ser fã da tua escrita apaixonada e clara. Para quando ler-te de novo nos jornais?
Que canseira do politicamente correcto, da escrita incorrecta... Que é feito dos "velhos" jornalistas com memória, história e verbo?
Vou continuar a viajar contigo pelo sítio. Com prazer.

2.Agosto.2002
 
José Zambujal

Ontem fui finalmente beber um copo ao Sítio do Viriato.
Recomendo a visita, mesmo para quem não tenha Viriato, o Teles, entre os amigos que se guardam desde o tempo de todos os entusiasmos.
Façam como eu: forneçam-se a contento de whisky ou álcool afim e trinquem crónicas, reportagens, entrevistas, tudo saboreado palavra a palavra.
E que bem que sabem as palavras em bom português de Portugal!
Parabéns Teles, se não te importas vou continuar a aparecer umas noites por outras, de copo na mão, para ver as novidades e o andamento do teu Sítio.
À tua!

2.Agosto.2002
 
José Nuno Martins - Lisboa

Gosto da escrita, gosto dos conceitos, gosto das cores, gosto do tom, gosto da desorganizada organização, gosto muito do teu amor à nossa Língua, gosto dos modos e das formas dos espaços! Gosto imenso do teu sítio, Viriato. Acho-o surpreendente, muito diferente do que se vê por aí, muitíssimo actual, ágil e multimodal: ao mesmo tempo mínimo numas coisas e (dado o teu gosto pelos rigores, presumo que venha a ser) máximo em outras.
Um grande abraço pelo teu esforço totalmente conseguido, de tal forma (para mim) inesperado que julgo que me vale a pena enfiá-lo desde já na minha lista de Favoritos. O forte abraço de sempre do zé nuno martins

30.Julho.2002
 
João Escadinha - Lisboa

Parafraseando o António Boto, noutro contexto: gosto.
Roído de Melo, como a inveja, declino aqui a urgência de nos apoderarmos da coisa, antes que a coisa se apodere de nós (pelas costas). Infelizmente não consigo enviar-te um pastel de bacalhau e um tinto, como era minha intenção, para comemorar, mas ainda não domino completamente as técnicas de envio e download de sólidos e líquidos pela net.
Como sabes, eles (o pastel e o tinto, mini preta que seja) estão sempre à tua disposição, no meu coração e na tasca do surdo, aqui mesmo ao lado.
Como dizia o saudoso benfiquista da luva preta (na TSF), lá vai poema:
Viriato, amigo meu que te partiste
tão cedo do papel resplandecente
repousa lá na net eternamente
e viva eu cá de ofset sempre em riste
Se lá, no webmaster onde subsistes
memória destas vidas se consente
não esqueças o tinto ou branco adstringente
senão o surdo e eu ficamos tristes
E se vires que pode merecer-te
algua coisa da sede que me ficou
e um tinto ou mini preta apetecer-te
roga ao Jobs que p'rá net te mandou
que na pantalha me permita sempre ler-te
quão cedo aqui ao lado agora eu vou

23.Julho.2002
 
António Melo - Lisboa

Eh Viriato! Estás todo in, meu. Sempre te vi com as vanguardas, mas não te sabia tão actualizado. Até pedes para trocar de sítios na Net! Até disso sabes, citando o António Silva da Canção de Lisboa, ao recordar que o Vasco Santana sabia o que era o maistodeu qualquer coisa. É óbvio que estou roído de inveja e, por isso, só no fim falarei das coisas boas – se ainda me lembrar. Não sei se as estrelinhas da UE a acompanhar o cursor são a melhor ideia para sublinhar a pesquisa. Acho piada à companhia de um ícone, mas com a chancela da UE tenho dúvidas... As tuas crónicas deviam ser repensadas para este suporte, que tem outra rapidez de leitura. Se calhar vais ter que cortar e deixar só o que tiver a ver com o assunto central. Se pudesses ilustar os textos, a leitura tornava-se mais aliciante. Bom, já chega de dor de cotovelo. Estás vivo e para lá das virtualidades da linguagem, o teu espaço cibernáutico corresponde à tua personalidade. Tens identidade, meu. Fico à espera do som para as crónicas da TSF e até lá fica com o abraço do António Melo

19.Julho.2002
 
João Barbosa - Lisboa

Amigo, tornaste-te virtual, talvez por isso não te ponha a vista em cima há quinquénios. Sabia do teu gosto e eficácia na junção de letrinhas que formam palavras e no acasalamento de palavras que geram textos que dão grande gosto ler, mas desconhecia, de todo, a vocação de juntar zeros e uns, de hablar algo que recorre a linguagem binária para produzir sítios no cibespaço. Fico contente, miúdo. A selecção musical deixou-me quase gargalhante, ainda bem, é sinal que está bem disposta. Em termo gráficos não gostei tanto, achei o cantinho pouco atraente (se bem que tem os outros encantos), não consistente e coerente. Mas enfim, sei que está ainda à experiência. Vai daqui um grande abraço e o desejo que as minhas palavras sirvam de incentivo a continuar e a aperfeiçoar.

19.Julho.2002
 
Elias J. Torres Feijó - Santiago de Compostela

Pois imaginem o que para um galego é a simbiose entre Viriato e Teles: o requinte do objectivo! Bênçom por este rio transversal e nutricial a banhar as margens de dúvidas e algumha certeza: a do lindo acaso de existires e renasceres tam felizmente enREDEado. Disponha!

19.Julho.2002
 
Fernando Matos - Ílhavo

Numa primeira passagem pelo teu sitio agradou-me o estilo moderno e rápido em aceder. Com bom tempo vou navegar e conhecer os teus "novos" portos.
Como diz o Zink "Viva a prosa com cabelos no peito".
Um abraço

18.Julho.2002
 
Ka

Parabéns companheiro.
Tá muita fixe.
Um abraço.

17.Julho.2002
 
Rui Zink - Lisboa

Um homem cujo nome casa o guerreiro lusitano com a agridoce Leonor Teles não pode senão ser bom português. Viva a prosa com cabelos no peito! Viva a nau catrinética! Viva Viriato!

17.Julho.2002
 
Edite Soeiro - Lisboa

Quem diria que o meu amigo andava por estas navegações! Ainda não vi tudo, mas como gosto de me expressar imediatamente após as grandes descobertas, quero dizer-te que a primeira impressão foi «absolutamente» saudável. Obrigada e um grande beijo. O Relvas sempre disse sim? Edite

17.Julho.2002