Algumas opiniões

Algumas notas críticas publicadas na Imprensa por ocasião do lançamento de Margem para Dúvidas:


Margem para Dúvidas é um manifesto onde se podem ler poemas de paixão, revolta, saudade e de utopia dum mundo mais solidário e mais humanista.
Carlos Duarte | O Ilhavense - 15.10.1999

Poemas que reflectem as vivências e a sensibilidade do autor.
José Salvador | Diário de Notícias do Funchal - 17.3.2000

Há neste livro viagens várias, mas o poeta não é, nunca é, o turista; ele investe no poema, sem margem para dúvidas, toda a força da sua paixão pela Terra e por quem a povoa.
José do Carmo Francisco | A Bola - 15.9.2001

(...) recusa a poesia de laboratório e de estirador, calculada e calculista.
José do Carmo Francisco | Notícias da Amadora - 5.7.2001

Mais sugestões de leitura

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    O candidato da coligação PSD-PP à Câmara Municipal do Porto, general Carlos Azeredo, está a revelar-se uma autêntica caixa de surpresas. Num país tão carecido de ideias, ele corre o risco de se tornar o estratego-mor da extrema-direita mais boçal e troglodita, órfã de pai e mãe desde que o professor Salazar entregou as botas ao Criador.
    Primeiro foi o célebre artigo sobre o «ouro nazi», onde este militante da ordem unida se desdobrava em considerações sobre o carácter naturalmente agiota dos judeus – o qual, está-se mesmo a ver, esteve na origem do Holocausto. Entre aspas, na versão branqueadora de Azeredo.
    Ao que parece, o estado-maior do PSD não viu nisto nada de mais, o que se compreende: afinal, Hitler limitou-se a exterminar seis milhões de judeus, uma insignificância. Se a «solução final» tivesse sido concluída (ou seja, se em vez de apenas seis milhões, tivessem morrido todos) não haveria hoje ninguém para reclamar a verdade sobre o ouro roubado, o que seria um descanso para os anti-semitas em geral e para Carlos Azeredo em particular.

    TSF | 29.Out.1997

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    Prefácio a Da Minha Terra e de Seu Povo, de Joaquim Quintino | 1995

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