Algumas opiniões

Algumas notas críticas publicadas na Imprensa por ocasião do lançamento de Margem para Dúvidas:


Margem para Dúvidas é um manifesto onde se podem ler poemas de paixão, revolta, saudade e de utopia dum mundo mais solidário e mais humanista.
Carlos Duarte | O Ilhavense - 15.10.1999

Poemas que reflectem as vivências e a sensibilidade do autor.
José Salvador | Diário de Notícias do Funchal - 17.3.2000

Há neste livro viagens várias, mas o poeta não é, nunca é, o turista; ele investe no poema, sem margem para dúvidas, toda a força da sua paixão pela Terra e por quem a povoa.
José do Carmo Francisco | A Bola - 15.9.2001

(...) recusa a poesia de laboratório e de estirador, calculada e calculista.
José do Carmo Francisco | Notícias da Amadora - 5.7.2001

Mais sugestões de leitura

  • Na morte de Luís Pignatelli Open or Close

    «O Luís Pignatelli faz aqui muita falta», lamentava-se, uma destas tardes, o Armando Baptista-Bastos ao balcão do Expresso, um dos últimos lugares de convívio do largo a que deram o nome de Trindade Coelho, mas que há-de ser sempre da Misericórdia, por maioria de razão popular. Naquele espaço por onde os afectos ainda vão circulando, disfarçados de imperiais e cariocas de limão, a falta que o Luís faz é particularmente sentida. E o lamento do Bastos nem sequer precisa de ter resposta, todos sabem que é verdade. Sente-se nas conversas, quer sejam contra o Cavaco ou em glória de um soberbo frontispício feminino que vai passando pelo largo onde os pombos promoveram uma ocupação selvagem.

    Revista MPP | Julho 1994

    Ler Mais
  • Entrevista a A Capital Open or Close

    Um autor português de 47 anos já não sabia muito bem onde estava o 25 de Abril e resolveu fazer «contas à vida». À sua e à de nós todos. Juntou pontos - e não só de interrogação -, fez cálculos, recuperou memórias, e, após ser desafiado por uma editora, pôs mãos à obra. O livro está desde hoje nas livrarias com o título Contas à Vida - histórias do tempo que passa. São vinte conversas com vinte personalidades da vida pública portuguesa que têm algo a dizer - e dizem! - sobre o 25 de Abril.

    Ler Mais
  • Do lado esquerdo da América Open or Close


    Nascido em Nova York a 3 de Maio de 1919, Pete Seeger é desde há meio século muito mais do que um mito da história da “folk song”. Militante da música como forma de alertar as consciências adormecidas, Seeger permanece como um símbolo de várias gerações de “insatisfeitos”, acreditando firmemente que vale a pena resistir. Norte-americano por nascimento, ele é, no entanto, uma das vozes que mais lucidamente se ergueram contra a massificação cultural imposta pelo poder político e económico dos Estados Unidos.

    Ler Mais
  • Tomai, isto é o meu corpo Open or Close

    «Não podemos demorar mais de dez minutos.» Com estas palavras pouco animadoras, Marcel Marceau recebe-me à porta do camarim 105 do Casino Estoril, cerca de hora e meia antes do início do último dos dois espectáculos que apresentou no VIII Festival de Música da Costa do Estoril, que se realizou em Agosto de 1982. Ali, sem maquilhagem, é difícil reconhecer naquele homenzinho de 59 anos, os traços do “clown” que, em palco, assume as figuras ora ternas ora grotescas das suas personagens. Apenas os olhos vivos e a expressão sonhadora que se liberta ao longo da conversa revelam a identidade do mimo mais famoso do mundo.

    Ler Mais