Um grammy para Carlos do Carmo

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A longa vida artística de Carlos do Carmo acaba de ser coroada com o Grammy, o mais importante prémio da indústria musical, atribuído pela Recording Academy dos Estados Unidos. Um prémio mais – e com certeza o mais cobiçado – a celebrar uma das vozes essenciais da Música Portuguesa e o mais aplaudido intérprete de Fado do nosso tempo.

Cantor de excelência, Carlos do Carmo teve, dez anos atrás, uma outra consagração de relevo com o Prémio José Afonso, que esteve na origem de um livro que talvez valha a pena reler: Carlos do Carmo, do Fado e do Mundo. Afinal, nenhuma destas palavras perdeu qualquer sentido.

Carlos do Carmo, sempre do Fado, cada vez mais do Mundo.

Parabéns ao Artista. Um abraço ao Amigo.

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  • O tempo, à esquina Open or Close

    O que vão ler é obra de um poeta que tem um percurso singular: nascido e criado em Lisboa passou pelas mais importantes tertúlias artísticas dos anos 60 e 70, escreveu canções, pintou quadros, viveu e deu corpo a muitas lutas ao longo das últimas décadas. Ainda assim, leva mais de trinta anos que não se faz publicar em livro, sem que para tal haja explicação coerente. Aconteceu, é a vida. E a vida de João Videira Santos já leva muito que contar: da poesia, claro está, mas também dos encontros, dos empenhamentos, das viagens.

    Prefácio a Esquinas do Tempo, de João Videira Santos | 2005

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  • Apresentação em Lisboa e Porto Open or Close

    João Paulo Guerra, em Lisboa, e Rui Pato, no Porto, foram os "mestres de cerimónias" dos lançamentos da nova edição revista e aumentada de As Voltas de um Andarilho nas duas principais cidades. Na capital, a sessão contou com a participação dos Couple Coffee, que cantaram vários temas de Zeca. No Porto, a intervenção musical esteve a cargo de João Teixeira - e do próprio Rui Pato.

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    Se Mário Mata fosse um pássaro seria com certeza um melro ou um pardal ou mesmo uma gaivota. Nunca poderia ser um canário, pela simples razão que não seria capaz de sobreviver numa qualquer gaiola, por mais dourada e confortável que fosse.
    O Mário é um homem livre, e dessa condição não prescinde, mesmo quando essa opção dói. E geralmente dói.
    É disto tudo que nos fala neste disco: de si e dos outros, da vida e das coisas simples, de Lisboa e do mundo, de portugueses burocráticos e neuróticos, mas também dos que ainda não desistiram.

    Introdução ao CD Sinais do Tempo, de Mário Mata | 2012

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  • Mais do que talento Open or Close

    Poucos saberão que, em meados da década de 80 do século passado, Paco de Lucia manifestou a alguns amigos o desejo de gravar um disco com Carlos Paredes. (...) A ideia de Paco, admirador de Paredes, foi acolhida com entusiasmo pela editora, mas esbarrou na recusa definitiva do músico português: «Tocar com Paco de Lucia? Nem pensar. Ele esmagava-me, oh amigo!»

    Diário de Notícias | 27.Fev.2014

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