Terra à Vista

b_500_400_16777215_00_images_geral_tvisgre500.jpg

Unable to embed Rapid1Pixelout audio player. Please double check that:  1)You have the latest version of Adobe Flash Player.  2)This web page does not have any fatal Javascript errors.  3)The audio-player.js file of Rapid1Pixelout has been included.

Música de Eduardo Paes Mamede | Letra de Viriato Teles | Voz de Paula Fonseca


Fui rainha, fui tirana
Feiticeira e aprendiz
Já fui santa, sou profana
Ai meu bem
Eu também quero descobrir
Uma estrela da manhã
O cheiro a cravo e a hortelã
Que caminho hei-de seguir

Passei tempos sem ter conta
Entre paixões e enganos
Namorei
Fiz-me de tonta
Sobraram perdas e danos
Fugi deles rumo à morte
Cavalguei os oceanos
Terra à vista!
Terra à vista!
Já se avista outro lugar

Foram tantas as certezas
São tão poucas as saudades
Na maré das incertezas
Palmilhei a liberdade
Fugi deles rumo à sorte
Descobri outras cidades
Terra à vista!
Terra à vista!
Já se avista outro lugar

Já vivi tanta aventura
Naufraguei e renasci
Provei a cor da ternura
Ai meu bem
Eu também quero descobrir
As voltas que o mundo dá
Mesmo que ande ao deus-dará
Que caminho hei-de seguir

Passei tempos sem ter conta
Entre paixões e enganos
etc.

 
1º prémio no II Festival da Canção dos Países da CEE realizado em Setembro de 1992 em Salónica (Grécia).
Teve edição comercial no disco oficial do festival, (mal) gravado ao vivo e editado na Grécia pela WEA.

{youtube}m_g-WLZxczo{/youtube}

Apresentação na RTP (mono) | Programa Sons ao Sol, de Júlio Isidro 1992
Paula Fonseca com Ani Fonseca, João Luís Lobo, Laura Ferreira e Messias Botelho
 

Terra à Vista
Música de Eduardo Paes Mamede | Letra de Viriato Teles | Interpretação de Paula Fonseca
Participações de Ani Fonseca e Laura Ferreira (coros), João Luís Lobo (bateria) e Messias Botelho (percussões).
Maquete áudio original | Arranjos e produção de Eduardo Paes Mamede © 1992
 

Mais sugestões de leitura

  • Mais do que talentoOpen or Close

    Poucos saberão que, em meados da década de 80 do século passado, Paco de Lucia manifestou a alguns amigos o desejo de gravar um disco com Carlos Paredes. (...) A ideia de Paco, admirador de Paredes, foi acolhida com entusiasmo pela editora, mas esbarrou na recusa definitiva do músico português: «Tocar com Paco de Lucia? Nem pensar. Ele esmagava-me, oh amigo!»

    Diário de Notícias | 27.Fev.2014

    Ler Mais
  • A nostalgia da esperançaOpen or Close
    Nenhuma revolução se faz com cantigas. Mas elas são sempre parte integrante de qualquer movimento social e político, reflectindo-lhe os intentos, analisando-lhe os defeitos e as virtudes, antecipando, até, as suas consequências de futuro.

    Canto de Intervenção
    Edição A25A | 1984

    Ler Mais
  • Uma vida de risco(s)Open or Close

    Agora, o Relvas já é mais do que lenda. Ele é uma referência – porventura a mais irreverente, com certeza das mais relevantes – fundamental para quem quiser conhecer a evolução da banda desenhada em Portugal nos últimos 50 anos. E se, apesar de tudo, é hoje mais fácil para um jovem artista criar e divulgar o seu trabalho, isso em muito boa parte se deve ao Relvas – ao talento dele, sim, mas sobretudo à sua persistência homérica e à intransigência perante a mediocridade que sempre o acompanhou.

    Catálogo de Retrospectiva/Outra Perspectiva, de Fernando Relvas | 2017

    Ler Mais
  • Há ratos na exposiçãoOpen or Close

    O desvio de cerca de um milhão de contos dos cofres da Exposição Mundial de Lisboa é a prova definitiva de que o portuga médio não dá ponto sem nó e aproveita todas as oportunidades para sacar algum. Depois das Descobertas, de Macau e dos fundos europeus, chegou a vez de a Expo 98 dar de comer a mais uns quantos tubarões. Que nem sequer vivem no Oceanário.

    Grande Amadora | 21.Ago.1998

    Ler Mais