Livros

Os livros publicados. Excertos, críticas, apresentações.

Mais sugestões de leitura

  • O sonho de um homemOpen or Close

    A aventura começou no último ano da década de 60. Viviam-se então em Portugal os tempos cinzentos de uma ditadura em fim de carreira mas nem por isso mais amena. Um ano antes, Salazar caíra da cadeira e fora substituído no poder por Marcelo Caetano, cujos tímidos sinais de abertura cedo se revelaram uma encenação destinada a domesticar os mais crédulos: a PIDE foi rebaptizada como Direcção-Geral de Segurança, mas permaneceu intacta nos seus propósitos repressivos de tudo quanto pusesse em causa a ordem estabelecida; a Censura travestiu-se de Exame Prévio, mas nunca deixou de estar ferozmente atenta ...

    Introdução a Entrevistas MC - Volume 1 | 2005

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  • Zeca em livro ao vivoOpen or Close

    O José Afonso faria agora 80 anos. Mas este livro do Viriato Teles, em boa hora publicado em edição revista e actualizada pela Assírio e Alvim, não é uma homenagem póstuma. É um livro de José Afonso ao vivo, essencial para conhecer a vida, as ideias, a obra, (...) essencial para conhecer um homem singular: José Afonso. O homem que sonhava em cada esquina, um amigo, em cada rosto, igualdade. E a utopia de uma cidade sem muros nem ameias, capital da alegria.
    Leiam, divulguem, tratem bem este livro. O Viriato Teles e o José Afonso merecem.

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  • O senhor Lopes e o cantadorOpen or Close

    Um concerto de Fausto esteve agendado para a noite de 24 de Abril de 2004, no Terreiro do Paço, mas acabou desmarcado por «indicações superiores». O presidente da Câmara de Lisboa, que organizou o espectáculo, era Pedro Santana Lopes, e a decisão de desconvidar o cantor ocorreu na altura em foi referida pelos círculos do poder a necessidade de «retirar qualquer conotação ideológica ao 25 de Abril». Como se vê.

    Focus | 12.Mai.2004

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  • O meu amigo FaustoOpen or Close

    Não é o Elvis Presley nem o Tommy Steel, já teve um cão que voava por impulso mictório, e agora dá guarida a Sócrates, um papagaio filósofo carregado de dúvidas metódicas e muito mais sabedoria do que a generalidade dos cronistas políticos e sociais. Chama-se Fausto Bordalo Dias e é um nome de referência (hoje diz-se incontornável, mas eu sou de outra escola) da música popular portuguesa.

    A Capital | 27.Mai.2005

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