Algumas opiniões

Algumas notas críticas publicadas na Imprensa por ocasião do lançamento de Margem para Dúvidas:


Margem para Dúvidas é um manifesto onde se podem ler poemas de paixão, revolta, saudade e de utopia dum mundo mais solidário e mais humanista.
Carlos Duarte | O Ilhavense - 15.10.1999

Poemas que reflectem as vivências e a sensibilidade do autor.
José Salvador | Diário de Notícias do Funchal - 17.3.2000

Há neste livro viagens várias, mas o poeta não é, nunca é, o turista; ele investe no poema, sem margem para dúvidas, toda a força da sua paixão pela Terra e por quem a povoa.
José do Carmo Francisco | A Bola - 15.9.2001

(...) recusa a poesia de laboratório e de estirador, calculada e calculista.
José do Carmo Francisco | Notícias da Amadora - 5.7.2001

Mais sugestões de leitura

  • As razões profundasOpen or Close

    0 triunfo da revolução cubana e a chegada apoteótica de Fidel Castro ao poder marcaram a viragem maior do destino da ilha, e tornaram-se símbolos da utopia mais apaixonada da segunda metade do século XX.
    Nesses dias, Havana foi uma festa.

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  • Um metro de vida bem medidoOpen or Close

    Podia começar por dizer-vos o óbvio: que não estou aqui hoje por outros méritos para lá do da amizade, o que poderia tornar suspeita a minha leitura deste «Um Metro de Vida». Mas se a amizade é longa – e, sobretudo, cheia de cumplicidades criadas nos percursos todos que já partilhámos – se a amizade é longa, dizia, então por maioria de razões tenho a obrigação de ser autêntico. O Nuno Gomes dos Santos escreve sobre pessoas vivas. Assim foi nos tempos do «Diário de Lisboa» e de «O Diário», do «Se7e» e do «Musicalíssimo», d’«A Capital» e d’«O Primeiro de Janeiro», jornais onde deixou marcas e uma parte importante da sua vida. Assim é nas canções que escreve e canta, e também nos livros que vem publicando desde há uma dúzia de anos.

    Apresentação de Um Metro de Vida, de Nuno Gomes dos Santos | 2004

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  • Guerra santa contra o rockOpen or Close

    «Satanás já não esconde as suas motivações. Os textos das canções condenam abertamente o cristianismo e apresentam a adoração do demónio como alternativa. A violência, o sexo, a rebelião e as drogas não são unicamente objecto de promoção, mas também são apresentados directamente ou encenados em palco. As canções fazem a apologia do suicídio e os telediscos levam a mensagem de Satã directamente a nossas casas...» Este discurso assustador não pertence à história da Santa Inquisição, nem tão pouco foi extrajdo de qualquer ritual exorcista da Idade Média. Trata-se, apenas, da expressão mais simples encontrada pelo padre norte-americano Fletcher A. Brothers para definir aquilo que considera ser o «rock satânico-teatral» dos anos 80.

    Se7e | 9.Jun.1986

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  • Tentações assepticamente correctasOpen or Close

    A lógica do «politicamente correcto» torna-se cada vez mais sinónimo daquilo a que já se chama o «pensamento único». Na prática, trata-se de um filho bastardo do fim da guerra fria ou, se quisermos ser mais rigorosos, é uma submissão descarada à «nova ordem» que o neo-liberalismo dominante pretende impôr ao mundo.

    RCS | 8.Nov.1998

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