Uma bibliografia da MPP

Música Popular Portuguesa: Uma bibliografia | CMA 2001

Mais sugestões de leitura

  • Crise? Qual crise?Open or Close

    Para além do disco de 1975 dos Supertramp, a interrogação que dá título a esta crónica remete-nos também para o episódio que constituiu a gota de água para a demissão, há 30 anos, do primeiro-ministro britânico James Callaghan. A Grã-Bretanha vivia então o seu “inverno do descontentamento” e a frase, utilizada em título de primeira página pelo The Sun e atribuída a Callaghan, provocou a ira de milhares de ingleses que sentiam na pele os efeitos da crise económica que se arrastava desde os primeiros anos da década de 70. Dois meses depois, o governo de Big Jim sucumbia a uma moção de censura no parlamento, e os trabalhistas teriam de esperar quase duas décadas para regressarem ao poder.

    Zoot | Verão 2009

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  • Sentido de estradoOpen or Close
    A modorra estival foi subitamente agitada, dias atrás, pelas declarações de Zita Seabra no programa do estulto Mário Crespo. Segundo a ex-deputada, o PCP utilizou a debelada Fábrica Nacional de Ar Condicionado como fachada para tenebrosas missões de espionagem, levadas a cabo em conluio com caliginosos agentes da STASI durante a Guerra-Fria.
    Jornal do Fundão | 16.Ago.2012
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  • Entrevista a A CapitalOpen or Close

    Um autor português de 47 anos já não sabia muito bem onde estava o 25 de Abril e resolveu fazer «contas à vida». À sua e à de nós todos. Juntou pontos - e não só de interrogação -, fez cálculos, recuperou memórias, e, após ser desafiado por uma editora, pôs mãos à obra. O livro está desde hoje nas livrarias com o título Contas à Vida - histórias do tempo que passa. São vinte conversas com vinte personalidades da vida pública portuguesa que têm algo a dizer - e dizem! - sobre o 25 de Abril.

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  • Silêncios sem preçoOpen or Close

    Agora, António Ferra propõe-nos estes Silêncios Comprados. São três histórias de subúrbios e de gente igual a toda a gente. Neste livro há personagens que vivem «entalada[s] entre marquises de alumínio» em bairros onde os passeios «estão cheios de carros mal intencionados», há imigrantes ucranianos e brasileiros e sãotomenses, uma mulher mal-casada com um tecnocrata (o que até é capaz de ser um bocado pleonástico...), um cão à chuva, gente à procura dos significados do amor nas escadas intermináveis de um prédio de Lisboa. São gente sem rosto, mas com nome, afinal gente igual a toda a gente, com as mesmas angústias, os mesmos medos, as mesmas dúvidas.

    Apresentação de Silêncios Comprados, de António Ferra | 2007

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