Uma bibliografia da MPP

Música Popular Portuguesa: Uma bibliografia | CMA 2001

Mais sugestões de leitura

  • ReservaZitaOpen or Close

    Os vinhos anunciados estão longe de ser excepcionais, mas pelos vistos também não envergonham ninguém. Nem Zita Seabra, a antiga dissidente comunista reconvertida a bolseira da Jerónimo Martins - embora há muito se saiba que a vergonha não é um dos seus atributos. Ex-antifascista, ex-estalinista, ex-comungada e futura ex-neoliberal, a eclética e atlética figura ocupa agora o lugar de destaque na mais recente campanha publicitária do Pingo Doce.

    Ler Mais
  • Filhos da pideOpen or Close
    Que em Portugal se passam coisas estranhas, difíceis de entender por qualquer cidadão de inteligência média, não é novidade para ninguém.
    Mesmo assim, de vez em quando não consigo deixar de me surpreender com alguns dos insondáveis desígnios com que a Divina Providência ou alguém por ela nos brindou.
    Só no curto espaço de um século tivémos, entre outras curiosidades, um milagre de Fátima, um ditador que criava galinhas no quintal, um primeiro ministro que não lia jornais e até um Alberto João para quem a Madeira mais do que um jardim, é uma autêntica coutada.
    TSF | 18.Fev.1998
    Ler Mais
  • Baptista-BastosOpen or Close

    Se procurarmos a chave dos afectos de Armando Baptista-Bastos, chegamos sem esforço à palavra Dignidade. Assim mesmo, com D maiúsculo. É por ela e pelo que ela significa que esta personagem maior do jornalismo português pagou sempre um preço caro, mas não me lembro de ver nele uma réstia de arrependimento – e já o conheço há largos anos. O Armando, como lhe chamam os amigos, o Bastos, como dizem os colegas, o BB, como o conhecem quase todos, chamem-lhe o que entenderem, mas ele é assim, e não há nada a fazer. Intransigente, maroto, bebedor, brigão, são adjectivos que lhe ficaram colados à pele, como outros: frontal, corajoso, competente, leal. E ele é um pouco de tudo isso, e ainda mais.

    Ler Mais
  • O cherne da questãoOpen or Close

    Quando a mulher do ora primeiro-ministro tomou à letra o apelo do poeta e lançou a única frase que teve eco na campanha (à parte as considerações anatómicas em volta da "mão de Ferro" do PS e do "braço direito" do CDS) não faltou quem achasse que meter o Cherne ao barulho era coisa típica da peixeirada em que se converteram não apenas as campanhas eleitorais mas a generalidade dos episódios que dão cor à vida política portuguesa. Aliás, só com muito boa vontade é que alguém pode ver no líder do PSD algo mais do que uma simples boga, mas já se sabe: o amor é cego.

    Alface Voadora | Abril 2002
    Ler Mais