Mais Dias Cantados na Antena 1

b_500_400_16777215_00_images_actual_sg_sob.jpg

Estreia hoje na Antena 1 a segunda série de Os Dias Cantados, a rubrica da rádio pública que evoca as canções que foram a "banda sonora" da Revolução dos Cravos. Os dias quentes que se seguiram ao 25 de Abril foram tema para muitas canções que ficaram.

Depois de 40 canções que ajudaram à libertação, a partir de hoje poderão ouvir-se nas manhãs da Antena 1 os temas com que se celebrou e praticou a liberdade.

"Maré Alta", de e por Sérgio Godinho, foi a canção que mais se ouviu nos dias que se seguiram ao 25 de Abril de há 40 anos. E é, por isso mesmo, a primeira canção da segunda série de Os Dias Cantados, que vai estar "no ar" até dia Junho. Para continuar a ouvir todas as manhãs, na Antena 1, após o noticiário das 9h30. Pode ouvir todas as emissões aqui, em podcast.

Os Dias Cantados - 2ª série
Autoria e edição: António Macedo e Viriato Teles
Locução: António Macedo
Sonorização: Carlos Felgueiras
Emissão de 2ª a 6ª feira, após o noticiário das 9h30, na Antena1

Mais sugestões de leitura

  • Oitavo andamento: da vida e da morteOpen or Close

    – A proximidade da morte aproximou-te mais da noção de Deus?

    – Não, continuo a pensar que Ele é um gajo porreiro, e mais uma vez me protegeu. Estou a falar de Cristo, é um tipo especial com quem eu dialogo, a gente dá-se bem um com o outro. Às vezes zango-me com Ele, quando vejo assim umas coisas feias à nossa volta, penso assim: «Eh, pá!, este tipo anda distraído!» E Ele depois conversa comigo e diz-me: «Ah, tu sabes que eu não chego para tudo, também preciso de descansar um bocadinho de vez em quando, não chego para as encomendas!» É um pouco irracional o que te estou a dizer, mas é o modo que eu tenho de funcionar. (...) Acho que Ele tem sido generoso comigo, não pertenço àquele grupo infindável dos que passam o tempo a lamentar-se.

    Ler Mais
  • Os olhos da nossa infânciaOpen or Close

    A nossa terra é o lugar onde nascemos, mas é também muitos outros: são os lugares onde vivemos, onde sofremos, onde amamos, onde somos felizes ou infelizes. Por isso, eu, que sou de Ílhavo, sou também de Lisboa, e do Porto, e de Havana, e de todas as cidades onde estive e que me deixaram marcas nos olhos, no corpo e na alma. O Zé António fez outros percursos, igualmente distantes. E manteve-se em certa medida mais ilhavense do que eu. Mas, no que aos caminhos da memória diz respeito, creio que as nossas histórias, embora diferentes no tempo, estão muito próximas no espaço. E muito daquilo que se passava na Rua Suspensa dos Olhos do Ábio de Lápara, passava-se de modo semelhante na Rua da Capela da minha infância. 

    Apresentação de A Rua Suspensa dos Olhos, de Ábio de Lápara | 2015

    Ler Mais
  • Cantando e Rindo - O humor na MPPOpen or Close

    Está comprovado cientificamente que o sentido de humor tem numerosos benefícios para a saúde física e mental dos humanos: «Quando rimos, há uma reacção química no nosso cérebro que proporciona uma sensação de bem-estar, clareza de ideias e uma atenuação da dor», explicam os médicos. O humor também reduz o stress e provou-se que dez minutos de gargalhadas têm sobre o nosso corpo o efeito de cem voltas numa máquina de exercícios de ginásio. Os cientistas afirmam ainda que algumas células do sistema imunitário são activadas com o riso, que também ajuda à sua reprodução mais rápida.

    Cantando e Rindo - O Humor na MPP
    CMA 2002

    Ler Mais
  • Saramago, autor do século XVIIIOpen or Close

    José Saramago, um romancista do século XVIII? Ninguém se lembraria de tal coisa, mas foi assim mesmo que ele foi inicialmente apresentado, em Bucareste, poucos meses antes do lançamento, pela Editora Univers, da tradução romena de «Memorial do Convento». Um truque para iludir a censura de Ceausescu. E resultou.

    Jornal de Letras | 12.Jun.1990

    Ler Mais