Encontro imaginário com balanço positivo

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«Foi mais um Encontro memorável pelos temas abordados e pelos intérpretes das personagens. Foi com enorme simplicidade e bom poder de comunicação que José Fernandes no Remexido, Nuno Artur Silva como Brecht e Viriato Teles incorporando Lincoln desempenharam os seus papéis», diz Helder Costa, a propósito do encontro imaginário que ontem se realizou n'A Barraca.

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Encontro imaginário n'A Barraca

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Só Helder Costa seria capaz de conceber e concretizar eficazmente uma coisa assim: juntar, num mesmo encontro imaginário, Bertolt Brecht, o Remexido e Abraham Lincoln. Que é como quem diz: Nuno Artur Silva, José Fernandes e Viriato Teles. Esta segunda-feira, dia 30, n'A Barraca.

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Os Dias Cantados - Parte 2

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Chega hoje ao fim a segunda série de Os Dias Cantados, rubrica diária das manhãs da Antena 1. Esta segunda série de 40 canções abrange o período que se seguiu ao 25 de Abril de 1974 e que concentrou toda a efeverscência criativa gerada pelo processo revolucionário.

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"Tardio" já chegou

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«Tardio», o primeiro álbum a solo do músico aveirense Ricardo Fino, é hoje posto à venda. O disco, com 14 temas, contou com as participações vocais de Ana Laíns, Micaela Vaz e Uxía e inclui o tema «Outro Fado», com letra de Viriato Teles.

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Mais sugestões de leitura

  • Baptista-BastosOpen or Close

    Se procurarmos a chave dos afectos de Armando Baptista-Bastos, chegamos sem esforço à palavra Dignidade. Assim mesmo, com D maiúsculo. É por ela e pelo que ela significa que esta personagem maior do jornalismo português pagou sempre um preço caro, mas não me lembro de ver nele uma réstia de arrependimento – e já o conheço há largos anos. O Armando, como lhe chamam os amigos, o Bastos, como dizem os colegas, o BB, como o conhecem quase todos, chamem-lhe o que entenderem, mas ele é assim, e não há nada a fazer. Intransigente, maroto, bebedor, brigão, são adjectivos que lhe ficaram colados à pele, como outros: frontal, corajoso, competente, leal. E ele é um pouco de tudo isso, e ainda mais.

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  • Desabafos de um repórter que ainda acredita na paixãoOpen or Close

    Quando, em 1983, os jornalistas se reuniram pela primeira vez em congresso para debater a «liberdade de expressão, expressão da liberdade», o meu amigo e companheiro Fernando Alves provocou algum escândalo entre a classe ao anunciar que «os jornalistas portugueses estão a atingir o princípio de Peter da dignidade».

     III Congresso dos Jornalistas Portugueses | 1998

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  • Versos na margem da folhaOpen or Close

    Quem abra o livro e leia o prefácio afectuoso de Fernando Alves, não está preparado para um murro no estômago. Que não é um murro anónimo, tem título: Três Olhares sobre Manágua, um elogio à loucura nas noites claras de outro continente. (...) Mas neste livro de quase um cento de páginas, Viriato Teles visita a noite de muitas cidades, reencontra amigos enquanto desencontra revoluções e outros sonhos transgressores.

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  • João SoaresOpen or Close

    Este homem andou a enganar uma data de gente durante vários anos. Ou então foi uma data de gente que se enganou a si própria, talvez por culpa das circunstâncias e de alguns preconceitos. O certo é que, por bastante tempo, muitos o viram apenas como «um filho do pai». Até que um dia foi eleito para a Câmara de Lisboa, primeiro como vereador e depois como presidente. Ficou por lá uma dúzia de anos, e transformou a cidade num lugar onde vale a pena viver.

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