Mais Dias Cantados na Antena 1

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Estreia hoje na Antena 1 a segunda série de Os Dias Cantados, a rubrica da rádio pública que evoca as canções que foram a "banda sonora" da Revolução dos Cravos. Os dias quentes que se seguiram ao 25 de Abril foram tema para muitas canções que ficaram.

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Os Dias Cantados em emissão especial

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Terminada a primeira série de Os Dias Cantados, os autores apresentam hoje uma emissão especial de 50 minutos com algumas das muitas canções da resistência que, pelas razões óbvias a que uma selecção de 40 obriga, não puderam ser apresentadas nas manhãs da Antena 1.

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Os Dias Cantados - Parte 1

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Chega hoje ao fim a primeira série de Os Dias Cantados, rubrica diária das manhãs da Antena 1, escrita e realizada por António Macedo e Viriato Teles. As primeiras 40 canções abrangem o período até 25 de Abril de 1974.

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29 de Março, 40 anos depois

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Celebra-se hoje o 40º aniversário do espectáculo de 29 de Março de 1974 no Coliseu dos Recreios, onde José Afonso apenas foi autorizado a cantar "Grândola Vila Morena", que ficou para a história como um sinal inequívoco do fim próximo do fascismo. Amanhã, a Antena 1 transmite um programa especial com os momentos mais relevantes desse espectáculo - que nunca mais, desde então, foi ouvido na Rádio.

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Mais sugestões de leitura

  • Que é dos cantores de intervenção?Open or Close

    Estavam onde era preciso, sempre que era preciso. Uma viola, um microfone e um estrado a fazer de palco era quanto bastava para que houvesse espectáculo. A poesia estava na rua e as vozes dos cantores davam-lhe forma de modo claro e preciso, que o tempo não era para meias palavras. Eram os chamados «cantores de intervenção», para quem a arte era sobretudo um veículo de divulgação dos ideais políticos mais marcantes da época.

    Expresso | 25.Abr.1997

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  • O rasto do dinheiroOpen or Close

    Base das Lages, Açores, 17 de Março de 2003. Um primeiro-ministro de um país periférico europeu serve de conciérge a um trio de patifes que, três dias depois, dará início à invasão do Iraque. Ao país a que pertence e ao mundo que mal dá por ele o primeiro-ministro periférico jura que viu «provas inequívocas» da existência de um temível arsenal de destruição maciça na posse de Saddam Hussein. Meses depois, o primeiro-periférico é indigitado presidente da Comissão Europeia, e o mundo passa a conhecer-lhe o nome, já devidamente aparado para a ocasião: Barroso, José Barroso.

    Zoot | Verão 2008

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  • Mário AlbertoOpen or Close

    Baptista-Bastos chamou-lhe «um predador com asas de anjo, um ser cada vez mais raro». E Joaquim Letria assinala-lhe «a franqueza de quem nunca foi hipócrita e é sensível às coisas importantes da vida». Os amigos, todos eles, e até os inimigos, sabem que é verdade. Nasceu em Lubango, Angola, cresceu no Alentejo, e viveu a maior parte da vida no Parque Mayer, cujos segredos conhece como poucos. Antifascista irredutível, militante do sarcasmo e heterossexual assumido, habituou-se a praticar o humor e o amor com igual intensidade e o mesmo empenhamento.

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  • A história incrível de Matías PerezOpen or Close

    Há 150 anos, um comerciante português a viver em Havana subiu aos céus num balão e (...) deu origem a uma expressão popular que ainda hoje se utiliza em Cuba: «Voou como Matías Pérez».

    O Independente | 2000

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