Mais Dias Cantados na Antena 1

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Estreia hoje na Antena 1 a segunda série de Os Dias Cantados, a rubrica da rádio pública que evoca as canções que foram a "banda sonora" da Revolução dos Cravos. Os dias quentes que se seguiram ao 25 de Abril foram tema para muitas canções que ficaram.

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Os Dias Cantados em emissão especial

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Terminada a primeira série de Os Dias Cantados, os autores apresentam hoje uma emissão especial de 50 minutos com algumas das muitas canções da resistência que, pelas razões óbvias a que uma selecção de 40 obriga, não puderam ser apresentadas nas manhãs da Antena 1.

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Os Dias Cantados - Parte 1

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Chega hoje ao fim a primeira série de Os Dias Cantados, rubrica diária das manhãs da Antena 1, escrita e realizada por António Macedo e Viriato Teles. As primeiras 40 canções abrangem o período até 25 de Abril de 1974.

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29 de Março, 40 anos depois

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Celebra-se hoje o 40º aniversário do espectáculo de 29 de Março de 1974 no Coliseu dos Recreios, onde José Afonso apenas foi autorizado a cantar "Grândola Vila Morena", que ficou para a história como um sinal inequívoco do fim próximo do fascismo. Amanhã, a Antena 1 transmite um programa especial com os momentos mais relevantes desse espectáculo - que nunca mais, desde então, foi ouvido na Rádio.

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Mais sugestões de leitura

  • Rei Roberto leal a CavacoOpen or Close

    «Aderi ao PSD porque confio no dr. Cavaco Silva. Se vou fazer campanha? Não sei. Mas se eu for consultado, pela primeira vez poderei dizer que o nome do dr. Cavaco Silva é um nome recomendado.» Nasceu em Vale da Porca, concelho de Macedo de Cavaleiros, há 39 anos, mas viveu no Brasil os últimos 28 e ali se tomou conhecido e rico. Regressou a Portugal, ao que diz, para ficar. E, «após um ano vivendo aqui, me confundindo com as pessoas», converteu-se a Cavaco. Chama-se António Joaquim Fernandes, mas o público só o conhece como Roberto Leal.

    O Jornal | 25.Abr.1991

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  • Uma vida de risco(s)Open or Close

    Agora, o Relvas já é mais do que lenda. Ele é uma referência – porventura a mais irreverente, com certeza das mais relevantes – fundamental para quem quiser conhecer a evolução da banda desenhada em Portugal nos últimos 50 anos. E se, apesar de tudo, é hoje mais fácil para um jovem artista criar e divulgar o seu trabalho, isso em muito boa parte se deve ao Relvas – ao talento dele, sim, mas sobretudo à sua persistência homérica e à intransigência perante a mediocridade que sempre o acompanhou.

    Catálogo de Retrospectiva/Outra Perspectiva, de Fernando Relvas | 2017

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  • A poesia na RevoluçãoOpen or Close

    [A Utopia segundo Che Guevara] é um livro admirável, escrito num português admirável. O que não é nada despiciendo num país onde muitos escritores e outro tanto de jornalistas tropeçam no pronome, vacilam na preposição e estatelam-se no advérbio. Viriato Teles legitima a atitude de reactivar a reflexão sobre Guevara, respondendo à relação radicalidade/fascínio com argumentos que me parecem extremamente inovadores. (...) Um livro de reportagens, escrito por um dos grandes repórteres portugueses e, certamente, o melhor da geração a que ele pertence – tomando o conceito de geração com todas as precauções devidas. Viriato Teles faz parte do reduzido grupo que tenta reabilitar a grande tradição da Imprensa portuguesa: aquela que nunca enjeitou a «participação» afectiva sem desleixar a qualidade da prosa e sem ignorar a ética do ofício.

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  • Grândola no mundoOpen or Close

    Grândola no mundo, a várias vozes e em diferentes ritmos.

    Porque Abril também se canta em estrangeiro.

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