Mais Dias Cantados na Antena 1

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Estreia hoje na Antena 1 a segunda série de Os Dias Cantados, a rubrica da rádio pública que evoca as canções que foram a "banda sonora" da Revolução dos Cravos. Os dias quentes que se seguiram ao 25 de Abril foram tema para muitas canções que ficaram.

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Os Dias Cantados em emissão especial

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Terminada a primeira série de Os Dias Cantados, os autores apresentam hoje uma emissão especial de 50 minutos com algumas das muitas canções da resistência que, pelas razões óbvias a que uma selecção de 40 obriga, não puderam ser apresentadas nas manhãs da Antena 1.

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Os Dias Cantados - Parte 1

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Chega hoje ao fim a primeira série de Os Dias Cantados, rubrica diária das manhãs da Antena 1, escrita e realizada por António Macedo e Viriato Teles. As primeiras 40 canções abrangem o período até 25 de Abril de 1974.

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29 de Março, 40 anos depois

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Celebra-se hoje o 40º aniversário do espectáculo de 29 de Março de 1974 no Coliseu dos Recreios, onde José Afonso apenas foi autorizado a cantar "Grândola Vila Morena", que ficou para a história como um sinal inequívoco do fim próximo do fascismo. Amanhã, a Antena 1 transmite um programa especial com os momentos mais relevantes desse espectáculo - que nunca mais, desde então, foi ouvido na Rádio.

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Mais sugestões de leitura

  • Ler jornais é saber demaisOpen or Close

    Cada vez me custa mais a entender aquela teimosa mania que o professor Cavaco tinha de não ler jornais. É verdade que os jornais, por regra, estão cada vez mais pardos e menos interessantes. E é um facto que certos jornalistas são tão vergonhosamente ignaros e tão desprovidos de sentido ético, que até já pensei requerer a nova carteira profissional na categoria de «artista de variedades».
    Mas ainda assim, eu, que sou teimoso, continuo a ler jornais. Será um vício, talvez, mas o que hei-de fazer? Ontem mesmo, por exemplo, fiquei a saber pelo Diário de Notícias que a polícia não serve só para reprimir, de acordo com o terá dito o ministro Jorge Coelho. O que significa que, lá no fundo, a polícia deve ter alguma utilidade, ainda que ninguém, nem sequer o ministro, saiba dizer em rigor qual é.

    TSF | 21.Jan.1998

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  • Fados & DesgarradosOpen or Close

    Fados & Desgarrados não é um simples livro de estreia de um autor recente. Isto porque nem o José Xavier Ezequiel é um autor recente no sentido mais rigoroso da expressão, nem estes Fados, pela sua estrutura e pela consistência que apresentam, têm as características habituais de uma «primeira obra».
    Trata-se, como afirmou Mestre Dinis Machado de «uma história revitalizada de ‘tristes, solitários e finais’, na expressão de Chandler depois recuperada por Osvaldo Soriano, e que foi durante muito tempo emblema do romance negro». Mas eu atrevo-me a dizer que é também algo mais do que isso.

    Apresentação de Fados & Desgarrados, de José Xavier Ezequiel | 2007

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  • Um poeta na varanda dos deusesOpen or Close

    «Lisboa é como a vida: nós queixamo-nos, mas é muito bom andar por cá.» Dono de um aguçado sentido crítico e de um humor por vezes implacável, Alberto Pimenta reflecte em toda a sua obra uma grande atenção aos problemas do mundo actual, expressa com um rigor de linguagem que faz dele um dos nomes mais importantes, mas também mais incómodos, da poesia portuguesa contemporânea.
    «A cultura é o desporto da classe média», afirmou uma vez. Ainda hoje, há quem não lhe perdoe esta irreverência e a frontalidade dos gestos e das atitudes.

    Mini International | Março 2007

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  • Elogio da inocênciaOpen or Close

    Naquele tempo éramos todos imortais. Havia mais mundos para lá do mundo que nos era dado conhecer e onde nos era permitido viver. E nós sabíamos. Era o tempo das coisas inevitáveis, como a realidade imaginada, a noite a descobrir, o sonho, a urgência das coisas para viver. E nós vivíamos. E inventávamos sons e momentos, da mesma forma rigorosa e apaixonada com que fazíamos crescer os silêncios até o seu clamor invadir tudo. Foi nesse tempo e dessa forma que o Geraldo se tornou meu irmão. Ele era imortal, como eu, e os imortais sabem sempre reconhecer os da sua laia.

    Prefácio a Cravos com Espinhos, de Geraldo Alves | 2003

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