Os Dias Cantados na Antena 1

+  Os Dias Cantados na Antena 1

As canções que Portugal cantou às escondidas antes do 25 de Abril, e com as quais depois celebrou a liberdade podem ouvir-se a partir de hoje nas manhãs da Antena 1. Os Dias Cantados é uma nova rubrica da rádio pública, através da qual se evocam as canções que foram a "banda sonora" da Revolução dos Cravos

+ Os Dias Cantados na Antena 1

Colóquio na AJA Lisboa

+  Colóquio na AJA Lisboa

 

A pretexto do 27º aniversário da morte do criador de "Grândola Vila Morena", que hoje se assinala, a Associação José Afonso promove na próxima terça-feira, dia 25, pelas 19h, um colóquio com Viriato Teles, a realizar na sede da AJA-Lisboa (Rua de São Bento, 170) com entrada livre.

+ Colóquio na AJA Lisboa

Mais sugestões de leitura

  • Bom dia, tristezaOpen or Close

    É uma cidade triste cheia de gente triste. Tão triste como o odor que se sente nas ruas, intenso e incomodativo. «Cheira a ciganos e a comunistas», explica-me Mihaela, com um sorriso igualmente triste. Como Viorel, Alexandru, Alma ou Teodor, Mihaela tomou parte activa na revolução de Dezembro e sente, agora, a desilusão própria de quem vê frustrados os seus sonhos. Uma viagem pela Roménia pós-comunista, em tempo das primeiras eleições livres. Ou quase.

    O Jornal | 1.Jun.1990

    Ler Mais
  • Viva quem cantaOpen or Close

    Não venho aqui para vos dizer que Pedro Barroso é o melhor cantor do mundo. Não venho falar de festivais ou de cantigas populares que certos divulgadores rádio-afónicos transformaram em produtos de consumo. Não venho sequer como mestre de cerimónias incumbido de apresentar um acto de variedades levado à cena num palco de ilusões.

    Introdução ao LP Do Lado de Cá de Mim de Pedro Barroso | 1983

    Ler Mais
  • Skin look de A a ZOpen or Close

    Ao vê-los em "actuação", nas claques de futebol, nas zaragatas dos bares ou nos confrontos de gangs, ninguém imagina que aqueles rapazes de cabelo rapado e ar frequentemente duro se preocupem com a composição da imagem exterior. Um olhar mais atento sobre a indumentária dos skinheads revela, porém, a extrema atenção que é dada a cada pormenor, cada peça de roupa, cada símbolo que se vai exibir. Desde as botas aos elementos decorativos do blusão, nada daquilo que um skinhead veste está ali por acaso. Este é, aliás, um tema sobre o qual os membros de vários grupos skin gostam de falar sem reservas. Quase poderia dizer-se que a opção pelo movimento começa sempre por ser uma questão estética. Com a preciosa ajuda de alguns skinheads bem documentados, ficámos a saber o essencial e boa parte do acessório sobre as peças que compõem a imagem skin.

    O Independente | 16.Abr.1999

    Ler Mais
  • Esquecer AbrilOpen or Close

    Ao escolher os seus entrevistados, é nítido que o autor teceu uma teia de afectos que nos enreda à medida que vamos mergulhando neste livro com o vagar das coisas que realmente dão prazer. Mais do que o papel do entrevistador, Viriato Teles encarna o mestre de cerimónias de uma festa que já só acontece na memória de quem aceitou sentar-se a falar. Como num encontro de velhos amigos, há ternuras e rancores antigos, confissões, relatos do que se passou desde o último encontro. E percebemos que os entrevistados, muitos deles protagonistas da revolução, formam um caleidoscópio de palavras que é também a memória que o perguntador quer pintar da «sua revolução». Jornalista e poeta de generosidades, Viriato Teles só pode relatar o seu 25 de Abril nas palavras dos outros e fá-lo com arte e minúcia próprias de mestre ourives. Se vamos esquecer Abril, que seja com este livro.

    Ler Mais