Os Dias Cantados na Antena 1

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As canções que Portugal cantou às escondidas antes do 25 de Abril, e com as quais depois celebrou a liberdade podem ouvir-se a partir de hoje nas manhãs da Antena 1. Os Dias Cantados é uma nova rubrica da rádio pública, através da qual se evocam as canções que foram a "banda sonora" da Revolução dos Cravos

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Colóquio na AJA Lisboa

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A pretexto do 27º aniversário da morte do criador de "Grândola Vila Morena", que hoje se assinala, a Associação José Afonso promove na próxima terça-feira, dia 25, pelas 19h, um colóquio com Viriato Teles, a realizar na sede da AJA-Lisboa (Rua de São Bento, 170) com entrada livre.

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Mais sugestões de leitura

  • Uma vida aos quadradinhosOpen or Close

    Publicou a primeira história em quadradinhos com 14 anos, mas começou a fazer fanzines aos oito. Simples na forma de estar, mas rigoroso até à exaustão de pormenor no trabalho que executa, é assim que encontramos José Ruy, «um duplo amador» que bem pode dizer-se em actividade há seis décadas e uma das poucas unanimidades da banda desenhada lusitana.

    Grande Amadora | 1999

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  • Uma bibliografia da MPPOpen or Close

    Opúsculo editado em 2001 por iniciativa da organização do Festival de Música Popular Portuguesa da Amadora. A bibliografia seleccionada e as fichas de leitura apresentadas não pretendem ser uma selecção exaustiva, mas sim um conjunto de referências que permitam compreender a música popular Portuguesa, no seu sentido Tradicional e Contemporâneo.

    Música Popular Portuguesa: Uma bibliografia
    CMA 2001

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  • Isabel e a medalhaOpen or Close

    Nasceu no Barreiro, numa família marcada pelos valores da liberdade e do antifascismo. O pai, João do Carmo, era poeta e activista dos círculos locais de combate à ditadura. Dele herdou, talvez, o amor pelo sonho e o sabor da utopia, que a acompanham desde sempre. Tal como a vontade de ser útil, e participante activa nas lutas sociais e políticas do seu tempo.

    Sic 10 Horas | 5.Mai.2004

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  • Repórter no encalço do CheOpen or Close

    A gente conhece o Viriato Teles há muitas luas, ou não fosse ele um andarilho inveterado dos jornais e com diversos saltos pelos livros. Tudo o que o Viriato escreve é para ler. Homem da cepa séria dos jornalistas que não se perverteram... Daqueles que não se deixam arrebitar pelas alcatifas dos gabinetes ministeriáveis, daqueles que não iludiram a sua condição de ser de esquerda, da esquerda mais utópica, que é essa mesmo que vale para nós!
    Olho para o Viriato amigo e desato a pensar em todos os corifeus que após o 25 de Abril eram de esquerda – era bem – e hoje dão lições de social-democracia com copo na mão e pança avantajada assente na secretária. Por isso digo que os textos do Viriato são para ler na sua textura não serviçal. Autêntica. (...) Este é seguramente um livro que não interessa a certa gentalha, como aquele cavalheiro que preside ao CDS que há pouco tempo alcunhava o Che de terrorista.

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