Músicas da Europa na Antena 1

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A Antena 1 antecipa hoje a celebração do Dia da Europa (9 de Maio) com a transmissão ao longo do dia de música e canções de diferentes países europeus. Esta rubrica especial está distribuída por treze blocos de aproximadamente cinco minutos que serão emitidos a partir das 7h.

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Maior Que o Pensamento adiado uma semana

+  Maior Que o Pensamento adiado uma semana

Um problema técnico alheio aos autores e aos editores obrigou ao adiamento da publicação do primeiro volume de «Maior Que o Pensamento», que deveria ser distribuído com o Público de dia 26 de Abril. A mini-série documental, realizada por Joaquim Vieira, será publicada em dois discos com alguns extras, e o primeiro volume, "Uma História de Resistência", será posto à venda com o Público de domingo, 3 de Maio. O segundo volume, "Uma História de Liberdade", será distribuído a 10 de Maio.

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Maior Que o Pensamento em DVD

+  Maior Que o Pensamento em DVD

A mini-série documental «Maior Que o Pensamento», realizada por Joaquim Vieira, vai ter uma edição em dvd, que pode ser adquirida com as edições do diário Público de 26 de Abril e 3 de Maio próximos. Distribuído por dois discos, inlui os três episódios da série e alguns extras, de que se destacam duas gravações realizadas por José Afonso em 1963 para a televisão alemã e dois textos de Viriato Teles especialmente para esta edição.

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Estranha Forma de Vida em reposição na RTP 2

+  Estranha Forma de Vida em reposição na RTP 2

Dois anos após uma estreia discreta em horário tardio, a série documental Estranha Forma de Vida regressou este Verão à televisão pública, numa oportuna reposição que pode ser vista, agora, na RTP 2, no horário nobre de 2ª a 6ª feira. Trata-se de «uma história da música portuguesa», contada a partir dos anos 30 do século XX até à actualidade.

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Um grammy para Carlos do Carmo

+  Um grammy para Carlos do Carmo

A longa vida artística de Carlos do Carmo acaba de ser coroada com o Grammy, o mais importante prémio da indústria musical, atribuído pela Latin Recording Academy dos Estados Unidos pelo conjunto da sua obra discográfica. Um pretexto, talvez, para reler o um livro que, dez anos atrás, assinalou outra distinção à sua voz inconfundível, o Prémio José Afonso, que lhe coube em 2003.

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Mais sugestões de leitura

  • A coisaOpen or Close

    Já aqui o disse, e não estou só nesta convicção: a criatura é o que o regime democrático gerou de mais semelhante, em forma e conteúdo, à sinistriste figura de Américo Tomás. Na debilidade intelectual, na vacuidade do discurso, no bolor das palavras, mas também na hipocrisia, no rancor, na perversidade.

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  • O poder e o localOpen or Close

    Os portugueses foram a votos, desta vez para eleger os representantes do chamado «poder local» – designação que só se compreende se aceitarmos que há poderes não localizáveis, o que é tanto mais verdade quanto maior é a sua dimensão.
    Por exemplo: alguém sabe onde fica o FMI? E o Banco Mundial, alguém lhe conhece uma agência que seja, ou mesmo uma simples caixa de multibanco? E no entanto ninguém duvida de que são eles, os donos do dinheiro, quem realmente manda no nosso destino colectivo, deixando para gente simples como António Guterres e Pinto da Costa a ilusão de uma autoridade que já não existe sequer nas super-esquadras.

    TSF | 17.Dez.1997

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  • Só me calham DukesOpen or Close

    A primeira vez que ouvi falar do Zeca já se dizia assim mesmo, Zeca, e não José Afonso. Cantava esplendorosamente o reportório do fado de Coimbra. Eu costumava não me intrometer nessas conversas tribais em que outros eram aparentemente exímios e tiravam todo o prazer da evocação dos grandes tenores e barítonos da escola local. Havia mesmo quem coleccionasse velhos discos de gramofone comprados a preços altos. A mim tanto se me dava: estava a tirocinar para utente nocturno do programa de jazz da Voz da América, vício que convinha não revelar aos então companheiros de esquerda, por sinal hoje bandeados na sua quase totalidade para a comarca de onde vem papel, papel a sério, sendo que vários deles até deputam, ó meu Deus!

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  • À flor das cidadesOpen or Close

    Viriato escreve como se estivesse de partida para mais um combate que vai perder. Como se interminavelmente esperasse a amada num bar da Havana velha sabendo que a amada não vai empurrar os batentes. Viriato sabe que a revolução é um lírio da Mesopotâmia. Na interminável espera, Viriato escreve, talvez em toalhas de papel. Mas não desespera.

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